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Dia Mundial da Amamentação
Saúde

Dia Mundial da Amamentação

5 fatos sobre a amamentação que você precisa saber

Por Sempre Bem

Depois de longos nove meses de espera, o bebê chegou. Juntamente com ele, nasce uma porção de questionamentos sobre o principal cuidado com o pequeno nessa fase: a alimentação. Para esclarecer, reunimos um time de experts em aleitamento materno. Leia nosso dossiê e seja você também uma especialista no assunto:

1) Qual a dieta mais recomendada durante a amamentação?
Não existe um cardápio predeterminado. O ideal é que a mãe se alimente da maneira mais saudável possível, dedicando especial atenção aos líquidos. A mulher costuma sentir muita sede nessa fase porque a água é matéria-prima para a fabricação do leite. Outra dica é fazer várias refeições balanceadas ao longo do dia. O bebê rouba os nutrientes da mãe e, por isso, o organismo dela deve estar o mais equilibrado possível.

2) Quanto tempo deve durar cada mamada? Qual o intervalo ideal entre elas?
Varia muito de criança para criança, pois cada uma tem o seu jeito próprio de se alimentar. Normalmente, cerca de dez minutos em cada peito são mais do que suficientes – mas, nos primeiros dias, quando o hábito começa a ser estabelecido, o tempo pode ser bem maior.

 

Vale ressaltar ainda que a duração da mamada não tem a ver com a quantidade de leite ingerido, já que a eficiência da sucção também é variável. Vale prestar atenção no intervalo entre as mamadas. Ele costuma ser de duas a quatro horas.

3) Por quanto tempo deve-se amamentar a criança?
A Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde recomendam a amamentação exclusiva por seis meses, e mesmo as mães que voltam ao trabalho antes desse tempo podem continuar alimentando o bebê só com o leite do peito. É possível ordenhar o leite e, durante o período em que a mulher estiver fora, pedir para alguém dar o líquido à criança utilizando um copo específico para esse fim.

 

Após os seis meses, o Ministério da Saúde recomenda que o leite materno continue sendo oferecido em parceria com a alimentação complementar. Isso pode se estender até os 2 anos de idade ou mais. Lembre-se: a introdução de novos alimentos provoca a diminuição gradual no número de mamadas ao longo do dia. Assim, naturalmente, acontece o desmame.

4) Prótese de silicone nos seios atrapalha o aleitamento?
Em geral, as próteses não interferem nesse processo porque são colocadas abaixo da glândula mamária ou atrás do músculo peitoral. Nessa posição, não influenciam a produção de leite. No entanto, quando a quantidade de silicone é muito grande e desproporcional ao peito, é possível, sim, haver problemas. Por causa da cirurgia, a anatomia e a pressão dos dutos que irrigam as mamas podem ser alteradas. Algo semelhante pode acontecer nas cirurgias redutoras de seios. Se o tecido mamário for lesionado, a produção de leite sofrerá consequências.

5) Quando o leite acaba, a produção está encerrada de vez?
Primeiro, é preciso derrubar um mito: o leite não acaba. O que acontece, muitas vezes, é que a falta de estímulo para a amamentação bloqueia a produção do líquido. Um trauma psicológico que afete a mulher ou simplesmente a ausência de sucção do bebê, devido à introdução da mamadeira, por exemplo, são algumas das causas mais comuns.

Para que as mamas voltem à ativa, nada melhor que o estímulo do próprio bebê. As mães só não podem confundir leite secando com uma diminuição da produção, que é normal e significa apenas que mãe e bebê estão entrando em equilíbrio, ou seja, ela produz apenas a quantidade de que ele necessita. Se a mãe continuar insegura ou o problema não for normalizado em curto espaço de tempo, é bom consultar o médico.

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