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Primeiro teste de farmácia do país para detectar HIV é aprovado pela Anvisa

Por Sempre Bem

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o primeiro teste de HIV para venda em farmácia do país. O Action, será fabricado pela empresa Orangelife Comércio e Indústria e dará o resultado em até 20 minutos. O valor do teste será definido pelo fabricante.

Assim como alguns aparelhos que são usados para a medição de glicose por diabéticos, o teste de HIV vem com um líquido reagente, uma lanceta específica para furar o dedo, um sachê de álcool e um capilar (tubinho para coletar o sangue). O resultado aparece na forma de linhas que indicam se há ou não presença do anticorpo do HIV. O teste, porém, só é capaz de identificar o HIV 30 dias depois da possível contaminação, o tempo que o organismo precisa para produzir anticorpos em níveis detectáveis pelo exame. O resultado leva de 15 a 20 minutos para ficar pronto. Caso o teste dê positivo, a pessoa deve procurar um serviço de saúde do SUS para confirmação com testes laboratoriais e encaminhamento para o tratamento adequado. Em caso de resultado negativo, o teste deverá ser repetido após 30 dias e outra vez depois de mais 30 até completar 120 dias.

A possibilidade do registro de autoteste para o HIV surgiu em 2015. De acordo com a regra, este tipo de teste deve trazer nas suas instruções a indicação de um canal de comunicação para atendimento que funcione 24 horas e o número do Disque Saúde (136).

Dados
O relatório Get on the Fast-Track: the life-cycle approach to HIV (traduzido livremente para Entre na via rápida: acelerando a resposta ao HIV com enfoque na abordagem do ciclo de vida) mostra que o impacto do tratamento no aumento da expectativa de vida está funcionando. Em 2015, havia mais pessoas acima de 50 anos vivendo com HIV do que nunca: 5,8 milhões.

Por ser o país mais populoso da América Latina, o Brasil é também o que mais concentra casos de novas infecções por HIV na região. O país responde por 40% das novas infecções, enquanto Argentina, Venezuela, Colômbia, Cuba, Guatemala, México e Peru respondem por outros 41% desses casos.

O Brasil foi um dos primeiros países, dentre os de baixa e média renda a fornecer tratamento gratuito para pessoas que viviam com AIDS. Segundo dados do Ministério da Saúde, observa-se que do total de pessoas vivendo com HIV, 87% já foram diagnosticadas. Deste número, 64% estão em tratamento para o HIV. Das pessoas em tratamento, cerca de 90% apresentam carga viral indetectável.

Em relação ao total de pessoas estimadas vivendo com HIV, também segundo o Ministério da Saúde, 87% estão diagnosticadas, 55% do total estão em tratamento e 50% de todas as pessoas estimadas vivendo com HIV estão com carga viral suprimida – os dados são de 2015.

Referência: Folha de São Paulo
Referência: www.unaidas.org.br

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