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Lesão por Esforço Repetitivo
Saúde

Lesão por Esforço Repetitivo

Previna-se da LER e ganhe mais qualidade de vida.

Por Sempre Bem

Se você trabalha no computador ou em outra função em que, durante várias horas, os movimentos sejam repetitivos é preciso ter cuidado: existe uma doença que atinge muitos trabalhadores desse tipo. É a LER, sigla de Lesão por Esforço Repetitivo. Trata-se de uma dor causada por uma série de fatores, como inflamações no tendão, na membrana sinovial (que reveste o tendão) ou por compressões neurológicas, principalmente nos membros superiores.

“A LER é resultante de um esforço repetitivo e acima do normal, como uma costureira em uma máquina trabalhando durante 6 horas, sem pausa para descanso e sem o condicionamento físico adequado para a atividade”, explica o ortopedista Rafael Bezerril.

Então, é bom tomar cuidado. Não adianta prejudicar a própria saúde se sobrecarregando no trabalho, pois além de prejudicar diretamente o seu desempenho, o tratamento pode ser demorado e até mesmo levar você a se afastar do trabalho e de suas funções.

“Há várias fases no tratamento, que pode incluir medicamentos, fisioterapia e até mesmo intervenções cirúrgicas”, destaca Rafael. “A LER atinge mais os membros superiores, com síndromes compressivas como a síndrome dolorosa do carpo e a síndrome do túnel de carpo. São síndromes que comprimem o nervo e, se o procedimento cirúrgico não for feito, aquele paciente vai evoluindo para uma atrofia muscular e uma incapacitação permanente”.

O ortopedista explica ainda que, na caminhada rumo à recuperação, estão envolvidos uma série de profissionais. “O tratamento pode incluir um educador físico, um terapeuta ocupacional e um fisioterapeuta. Eles ajudarão a conter a doença e até a evitar a cirurgia”, explica.

Fique atenta aos sinais que podem aparecer no cotidiano. Dormências, dores nas costas, pescoço, ombros e em outras articulações podem indicar desgaste provocado pelos movimentos no trabalho. “A dor aparecia tanto quando eu ia usar o mouse, ou mesmo teclando. Eu ficava me mexendo na cadeira, procurando posições mais confortáveis para me sentar”, conta a administradora Nadia Cysne, que teve a doença há três anos. Por sorte, ela procurou ajuda logo no início e não precisou tirar licença nem se submeter à cirurgia.

E mesmo após fazer o tratamento, ainda é preciso ter atenção. “Hoje, dá para conviver com a LER, mas se eu não fizer exercícios ela volta. Não de forma tão intensa quanto antes, porque eu estou sempre cuidando. Mas, não dá para abrir mão dos exercícios”, enfatiza Nadia.

Se os sinais já começaram a aparecer, procure um médico. Senão, previna-se com exercícios físicos, alimentação regular, postura correta e alongamentos no trabalho. Com competência, talento e saúde não haverá limites para suas conquistas profissionais e pessoais.

Por Sempre Bem

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