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mulher faz exercício para osteoporose mulher faz exercício para osteoporose Foto: Adobe Stock
Saúde

Mulheres x Osteoporose. Como manter os ossos fortes

Por Sempre Bem

As mulheres já têm algumas rotinas de cuidado com a saúde, afinal, certas patologias são mais recorrentes nelas, como é o caso da osteoporose, doença silenciosa que afeta uma em cada três pessoas do sexo feminino, principalmente depois da menopausa. Estima-se que nos primeiros anos após a última menstruação, a perda óssea alcance os 5%. 

Em todo o mundo, o problema atinge cerca de 200 milhões de pessoas, sendo 10 milhões delas no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. Com isso, aumentam-se os riscos de fraturas e lesões capazes de causar incapacidade parcial ou total. 

O Sempre Bem reuniu informações sobre essa doença que é adquirida com o passar do tempo, mas que pode ser prevenida e tratada, garantindo ossos fortes e qualidade de vida. 

O que é osteoporose?

A osteoporose é a perda de massa óssea, ou seja, redução de cálcio nos ossos, tornando-os frágeis, porosos e mais suscetíveis a fraturas. A doença, relacionada à longevidade, facilita a quebra de vértebras da coluna, punho e quadril e pode prejudicar a autonomia do indivíduo em atividades do dia a dia.

Veja também a matéria (Osteoporose e Artrose/Artrite impactam a qualidade de vida)

Por que isso ocorre?

Ao longo da vida, as células dos ossos vão se renovando, substituindo as mais antigas pela mais novas. Isso acontece desde a infância, por isso, é importante cuidar da ingestão de cálcio em todas as fases.

Durante a juventude, a construção óssea é maior que a destruição. Já no quadro de osteoporose, há mais erosão e iniciam as perdas de massa óssea. Com isso, o indivíduo vai reduzindo gradativamente a massa do esqueleto, o que torna o risco de fraturas muito maior, mesmo com impactos mínimos, como em casos de espirros e pequenas quedas.

Assista ao vídeo (Saúde dos Ossos: é preciso cuidar em todas as fases)

No caso das mulheres, o período pós-menopausa representa um fator importante, pois há queda drástica na produção de estrógeno, hormônio que ajuda na formação de massa óssea. 

Fraturas e incapacidade

Estudos apontam que, entre as pessoas com osteoporose, a fratura vertebral é a mais comum (50%), seguida pela de quadril, que corresponde a 25% do total. No entanto, essa última é a que mais causa incapacidade: cerca de 33% das pessoas perdem totalmente a autonomia e 40% só conseguem andar com alguma ferramenta de apoio. 

No Brasil, ocorrem aproximadamente 2,4 milhões de fraturas devido à osteoporose. 

Cerca de 200 mil pessoas morrem todos os anos em decorrência delas.


Sintomas

A osteoporose é uma doença que avança lentamente e de forma silenciosa, sem apresentar dor nem outros sintomas. Por isso, o ideal é que o indivíduo faça exames preventivos periodicamente, a fim de diagnosticá-la antes que aconteçam as fraturas. O tempo para começar a prevenção depende da presença ou não dos fatores de risco.

Fatores de risco

O gênero é um fator de risco para a osteoporose, pois as mulheres são 2,5 vezes mais suscetíveis à doença, especialmente depois da menopausa. O sexo masculino, embora mais lentamente, também sente as transformações da idade: estima-se que um em cada cinco deles são afetados pelo problema após os 50 anos. 

Os demais fatores de risco são:

  • Alimentação pobre em cálcio e vitamina D 
  • Baixa exposição à luz solar
  • Envelhecimento
  • Magreza
  • Menopausa precoce 
  • Deficiência na produção de hormônios 
  • Histórico familiar da doença 
  • Consumo de álcool 
  • Tabagismo
  • Sedentarismo

Tratamento da osteoporose

Embora não reverta a perda óssea completamente, o tratamento é fundamental para evitar a evolução da desmineralização do esqueleto e, com isso, garantir mais qualidade de vida. O uso de remédios só pode ser recomendado pelo médico e é feito de acordo com o quadro clínico de cada paciente. 

Como manter os ossos fortes

O cálcio é um nutriente essencial para a construção e manutenção do esqueleto. Portanto, ele é a base na formação de ossos fortes. A recomendação diária de ingestão desse mineral é 1000 mg, ou seja, 1 grama por dia, o que equivale a 1 litro de leite. 

Alimentação

Para a saúde dos ossos, é imprescindível incluir na dieta alimentos fontes de cálcio, além de colágeno, que compõe as articulações e ajuda a preservar a integridade do osso, magnésio e vitaminas D3 e K2. 

Além do leite, o cálcio pode ser encontrado em:

  • Iogurtes
  • Queijo cottage
  • Queijos em geral
  • Vegetais de folhas verde-escuras
  • Tofu
  • Feijão branco
  • Gergelim
  • Amêndoas
  • Grão-de-bico, entre outros

Suplementação

Como a ingestão diária de cálcio pela população brasileira normalmente fica aquém da necessária, o uso de suplementos pode ser necessário. Outro fator que contribui para a baixa absorção de cálcio é a carência de vitamina D no organismo. De qualquer modo, os suplementos só devem ser administrados quando indicados pelo especialista.

Exposição solar

Outra medida essencial para manter os ossos fortes é tomar sol pelo menos 15 minutos por dia. Isso porque a vitamina D, necessária para uma correta absorção do cálcio pelo organismo, é adquirida por meio da exposição aos raios solares.

Exercícios físicos

A atividade física também ajuda a fortalecer os ossos, pois facilita a entrada de cálcio, previne a perda de massa óssea e favorece o equilíbrio e a força dos músculos, evitando possíveis quedas. Atividades como subir escadas e caminhar pelo menos 30 minutos, três vezes por semana, podem ajudar muito a saúde do esqueleto. 

Mais benefícios são alcançados quando associa-se a corrida à musculação, pois esses exercícios trabalham os músculos e as articulações. Porém, quem já tem osteoporose, precisa do acompanhamento de um profissional para adaptar a série às suas necessidades sem causar danos.

Confira ainda a reportagem (Ossos Fortes na Terceira Idade)

Intolerância à lactose

Quem é intolerante à lactose ou alérgico à proteína do leite de vaca também tem opções para consumir cálcio, afinal, o mineral está presente em alimentos de origem vegetal, como espinafre, brócolis, couve-manteiga etc., em peixes, como sardinha e salmão e outros alimentos. Dependendo da quantidade ingerida na alimentação, poderá ser recomendada a suplementação do mineral.

Mitos e verdades

Osteopenia e Osteoporose são a mesma coisa

MITO! A osteopenia é um estado anterior à osteoporose, quando há perda de volume ósseo entre 10% e 15%. O diagnóstico dela possibilita a prevenção de seu agravante: a osteoporose, caracterizada pela redução de 25% da densidade do osso.

Somente as mulheres podem apresentar osteoporose

MITO! Embora apresentem o problema mais tardiamente, os homens também sofrem perda óssea à medida que envelhecem. O importante é tomar medidas preventivas para evitar ou tratar o problema.

Exames periódicos ajudam a detectar a osteoporose

VERDADE! O exame que confirma diagnóstico de osteoporose é a densitometria óssea. Normalmente, ele é recomendado a partir dos 65 anos para mulheres sem fatores de risco e para homens com 70 anos ou mais. Na presença de qualquer elemento agravante, o teste deve ser feito após os 50 anos.

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Referências: Tua Saúde | Revista Saúde | Metro Jornal | Veja

Por Sempre Bem

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