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Saúde Express - Barriga Inchada, Estufamento. O Que Fazer?

Sabe aquela sensação de comer alguma coisa e logo ficar empachado? A gastroenterologista Patrícia Rattacaso fala o que pode causar isso e como cuidar. Confira!

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Sabe aquela sensação de comer alguma coisa e logo ficar empachado? A gente vai entender agora direitinho como isso funciona.

Para a gastroenterologista Patrícia Rattacaso, úlceras gástricas, gastrite, infecção crônica causada pelo Helicobacter pylori, intolerâncias alimentares como a intolerância à lactose, pacientes que têm dificuldade em digerir determinados açúcares complexos são algumas das inúmeras causas que podem levar a esse desconforto pós-prandial.

Os alimentos ricos em gorduras e com alto teor de carboidratos, como massa e farináceos, são alguns alimentos que podem causar empachamento.

E a mastigação também influencia? Alguns pacientes têm aerofagia ou uma mastigação muito rápida. Durante a alimentação, eles costumam engolir ar ou comem pedaços muito grandes que dificultam a digestão. Quanto mais você mastiga, mais rápido o estômago fará o processo digestivo.

O empachamento pode ser evitado quando a causa é funcional. Então, comer alimentos mais leves; ter uma dieta rica em frutas e legumes; baixo teor de gordura; tirar um momento para se alimentar com calma, fazendo uma correta mastigação, ingerindo pequenas quantidades; ajudam a evitar esse problema.

Algumas pessoas podem apresentar um sintoma que, às vezes, relatam como um empachamento, mas é a distensão abdominal por gases após a alimentação. O paciente come e depois de meia hora ou uma hora, ele tem estufamento abdominal por gases progressivo.

São várias as causas dessa distensão abdominal desde intolerâncias alimentares e pacientes que têm algum distúrbio do funcionamento da parte motora do trato gastrointestinal. Para tratar esse problema, eles precisam ter uma dieta de fibras adequadas, assim como devem ingerir dois litros de água por dia.

Os antiácidos podem ser utilizados como um paliativo imediato para alívio desses sintomas, mas se os problemas persistirem, o paciente deve ser investigado.

 

Matéria originalmente veiculada no programa de 11 de agosto de 2019.