fbpx

Aos domingos, 8h15 no

Por Sempre Bem

Ser ou não ser mãe

Ser ou não ser mãe é uma escolha que só diz respeito à mulher. A psicóloga Julianna Chaves explica tudo sobre o assunto e ainda fala sobre o conceito instinto materno. A nossa repórter, Criz Campos, foi então conversar com a Marília Teófilo, empreendedora, e com a jornalista Lara Veras para representar os dois lados dessa moeda. Confere aí!

Hoje se comemora o Dia das Mães, data muito importante que representa todas as mulheres que têm o dom de gerar vidas e amam incondicionalmente os filhos.

O Sempre Bem vai abordar um questionamento muito comum entre as mulheres: ser ou não ser mãe. 

Conforme a psicóloga Julianna Chaves, ser mãe é uma escolha e não uma obrigação. É preciso entender que essa decisão é uma construção sócio-histórica. Então, vai ter muito mais sentido quando se entende que essa decisão vem do lugar que essa mulher ocupa na sua história de vida, na família e no social.

Marília Teófilo

Há quem prefira uma casa cheia de crianças. A empreendedora Marília Teófilo tem cinco filhos e revela que sempre tinha o sonho de ser mãe dessa quantidade de filhos. Ela se sente completa e realizada sendo mãe. “A melhor coisa do mundo é filho”, revela.

Marília teve que adaptar a sua vida, pois criança não é fácil o tempo todo. Quase se tem muitos filhos, é possível criar um ambiente de ajuda mútua, trabalho em equipe e companhia. Sobre a sua vida profissional, essa mãe passou a trazer trabalho para casa com o intuito de ficar mais perto dos filhos.

Lara Veras

Já a jornalista Lara Veras preferiu não ser mãe e essa vontade foi algo natural. Ela revela que não sente necessidade de ter filho para se sentir plena, feliz e realizada. Logo, seu foco é a realização pessoal por meio do trabalho, do estilo de vida e do relacionamento interpessoal. “A mulher não tem um instinto materno, ela constrói isso de acordo com a sua história de vida ou não”, conta a psicóloga.

Por não ter a vontade de ser mãe, Lara é muito julgada e lida com isso explicando que não é uma pessoa ruim por conta da sua escolha. “Já ouvi: ‘essa mulher é muito seca’. Como se eu fosse desprovida de ternura e de amor”, comenta. Falta disposição por parte das pessoas para entenderem a sua escolha de não ser mãe. 

Apesar de não querer ter filhos, a jornalista dá seu amor de outras formas, por exemplo, pela vida e trabalho.

Conteúdos relacionados

Matéria originalmente veiculada no programa de 12 de maio de 2019.