fbpx

Aos domingos, 8h15 no

Por Sempre Bem

Adoção: Um Ato De Amor

Adoção é um ato de amor, de coragem, de maternidade, de carinho e vai muito além. Assim se apresentam as histórias de Alzira Cavalcante e Danielle Gondim, cada uma com sua trajetória de vida, mas que encantam de maneira igual. Vale ver!

Em comemoração ao Dia das Mães, o Sempre Bem vai contar duas histórias emocionantes de adoção, um ato de coragem e amor, que tem o poder de transformar a vida das pessoas. Confira!

Alzira Cavalcante

Eu sou Alzira Cavalcante, tenho 25 anos e no ano de 1993 fui adotada pela Evanilce Jucá, que tem dois filhos mais velhos. Depois que ela teve o primeiro, engravidou de uma menina e teve um aborto espontâneo. Mas logo em seguida, engravidou novamente e veio outro rapaz. Contudo, Evanilce sempre teve vontade de ter uma filha e nunca desistiu desse sonho.

Minha mãe, na época, trabalhava em um hospital como técnica em enfermagem. A mulher que me gerou chegou no local dizendo que não podia me levar para a casa, não me queria e que engravidou sem querer. Nesse momento, Evanilce me pediu a essa mulher e deu tudo certo.

Evanilce ter me adotado foi um ato muito grande de amor. Eu digo para todo mundo que eu ter sido adotada, quer dizer que fui escolhida pela minha mãe.

Mãe, eu te amo, te agradeço por tudo que sempre fez por mim desde que eu nasci. Todos os dias eu tento buscar a melhor versão, que veio da sua criação, e mostrar para a minha filha o quanto o amor de mãe pode mudar a vida das pessoas.

Danielle Gondim

Eu sou Danielle Gondim, mãe da Vitória há sete anos e sou chefe de cozinha. A adoção foi uma grande surpresa na minha vida, pois não esperava nem imaginava aquilo para aquele momento. Isso caiu como uma surpresa quando fui visitar um abrigo e ajudar uma amiga na organização de um evento. A realidade daquelas crianças me tocou profundamente.

No dia seguinte à visita, eu já estava lá novamente, querendo cuidar e fazer algo pelas crianças. À medida que esse trabalho foi evoluindo e crescendo, o vínculo se formou com a instituição, porém a ideia não era buscar, exclusivamente, uma criança. Mas depois, aquilo foi brotando dentro de mim e passei a entender que a maternidade estava nascendo. 

À medida que fui entendendo, também me perguntava como iria explicar para o mundo o fato de ser mãe sozinha. No momento que a maternidade se instala, a pessoa passa por cima de muita coisa. Por isso, naquela hora eu tive uma coragem absurda. É uma alegria muito grande ter a Vitória conosco. Tenho meu sentimento de completude total.

Vitória, tua chegada em nossas vidas foi a maior felicidade que Deus podia ter dado. A forma com que a gente se encontrou foi muito pura e inexplicável, mas sabemos que é uma história de muito amor. 

Eu espero que você passe toda sua vida sentindo esse amor, sabendo que é cuidada e adorada por todos que te rodeiam. Também desejo que seja exemplo para aqueles que ainda sentem dor por sua história e diga para todos que sua história é bonita, porque você faz com que ela seja. 

Conteúdos relacionados

Matéria originalmente veiculada no programa de 12 de maio de 2019.