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Dia Mundial de Luta contra a Aids
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Dia Mundial de Luta contra a Aids

Entre 2007 e 2016 foram notificados 136.945 casos de AIDS no Brasil

Por Sempre Bem

Atualmente, mais de 36 milhões de pessoas vivem com o vírus HIV no mundo. E apesar da doença já fazer parte da Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças no Brasil, o número de casos não descobertos e reportados preocupa as autoridades de saúde.

Segundo um boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde Federal, em alusão ao Dia Mundial de Luta Contra a Aids, comemorado neste primeiro de dezembro, entre 2007 e junho de 2016, foram notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) 136.945 casos de infecção pelo HIV no Brasil.

No estudo os casos estão distribuídos de forma irregular pelo território nacional, sendo o Sudeste a região com mais casos registrados da doença, com 52,1% de notificações de pacientes. A região Sul segue logo atrás com 28.879, 21,1% dos casos registrados entre estes anos. Em seguida temos o Nordeste com 18.840 casos, Centro Oeste com 9.152 e a Região Norte com 6.868.

Ainda segundo o governo federal, a boa notícia é que os casos em menores de cinco anos caíram 36% nos últimos seis anos, passando de 3,9 casos por 100 mil habitantes, em 2010, para 2,5 casos por 100 mil habitantes, em 2015. Esses indicadores, segundo o Ministério da Saúde, apontam que a transmissão vertical da doença, da mãe para o bebê, está regredindo no país.

“A redução de 36% na transmissão de mãe para filho foi possível graças a ampliação da testagem, que promovemos nos últimos anos, aliados ao reforço na oferta de medicamentos para as gestantes”, destacou o ministro Ricardo Barros ao apresentar o boletim.

As ações de combate da Aids no Brasil e no mundo ainda precisam percorrer um logo caminho até a extinção da doença, e as autoridades destacam que a informação é a principal arma de combate ao vírus. O Sempre Bem preparou uma lista rápida e esclarecedora de mitos e verdade sobre os meios de transmissão e diagnóstico da AIDS, confira:

• O sexo oral também transmite o HIV. VERDADE. Ainda que baixas, as taxas de transmissão da Aids por meio do sexo oral existem. Especialistas alertam que ferimentos na boca e a ingestão do esperma aumentam a probabilidade de contágio, uma vez que assim o vírus tem mais contato com o organismo.
• O vírus da Aids é transmitido por abraços, apertos de mão e beijo. MITO. O HIV é transmitido por meio do sexo ou do contato direto com sangue infectado. Assim, com exceções bastante raras de transmissões por meio do beijo (onde ambas as bocas estão feridas e sangrando), não existe possibilidade de contrair o vírus em um abraço, aperto de mãos ou ainda usando objetos não cortantes como garfos.
• Não tenho Aids se meu teste deu negativo. MITO. Algumas vezes a pessoa pode possuir o vírus em seu organismo, mas ser um caso assintomático da doença, situação muito comum nos primeiros anos após o contágio. Somente quando a pessoa apresenta os sintomas da doença é que se pode dizer que ela possui Aids.
• Só há risco quando o parceiro ejacula. MITO. Durante todo o ato sexual há eliminação de sêmen, por isso há sempre possibilidade de contaminação nos sexos sem camisinha.
• Portadores do vírus morrem mais cedo do que a população saudável. MITO. Quanto mais cedo é feito o diagnóstico, maiores as chances do paciente tenham uma vida normal. Portanto, a expectativa de vida de uma pessoa portadora do vírus HIV que faça o tratamento corretamente e que estão com sucesso terapêutico são semelhantes a uma pessoa que não possui o HIV.
• O diagnóstico do HIV só é feito por exames de sangue. MITO. Em novembro do ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou diretrizes para o auto teste que usa saliva para detectar a presença do vírus. O teste que já está em uso nos Estados Unidos, chegou às farmácias brasileiras no primeiro semestre de 2016.

Por Sempre Bem

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