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Setembro Amarelo
Comportamento

Setembro Amarelo

Um mês que celebra a valorização da vida

Por Sempre Bem

Neste mês de setembro, o tema da depressão e sua relação devastadora com os índices de suicídio no país veio à tona por conta da campanha de conscientização sobre a prevenção ao suicídio Setembro Amarelo, realizada desde 2014 pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelo Centro de Valorização da Vida (CVV). Geralmente negligenciada e tratada com preconceito pela maioria da sociedade, a depressão é um problema de saúde pública, responsável pela morte de 32 brasileiros por dia, taxa superior à das vítimas da AIDS e do câncer.

DIGA SIM À VIDA!

Por estar envolta em tabus, a doença acaba sendo um mal silencioso. As pessoas que sofrem com o problema optam por reprimir-se, por medo do preconceito e até mesmo por culpa, o que faz com que a doença acabe tomando proporções e consequências ainda maiores. Mesmo quando não resulta na pior das implicações, o suicídio, a depressão deixa sequelas não somente na saúde emocional e psiquiátrica, mas também na saúde física dos pacientes. Pouco se fala e se sabe sobre o assunto, mas a depressão é capaz de afetar até mesmo a saúde reprodutiva. O estresse e a ansiedade ocasionados pela doença levam à menor produção de óvulos e espermatozoides, além de embriões de qualidade inferior, afetando assim as tentativas naturais e os resultados de induções de ovulação, inseminações e fertilizações in vitro.

Depressão X Fertilidade
Assim como a ansiedade e a depressão atrapalham a concepção natural, esses fatores também têm efeito negativo sobre os resultados dos tratamentos de reprodução assistida. Dados recentes de uma pesquisa realizada na Suécia, publicados no último mês de junho pela Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, revelam que as taxas de sucesso de gravidez e nascimentos foram menores em pacientes diagnosticadas com essas patologias, enquanto que as que estavam se submetendo a tratamentos com determinados tipos de medicações, como os inibidores seletivos da receptação da serotonina, antes de iniciarem os processos da Fertilização In Vitro (FIV), não tiveram redução no sucesso do tratamento.

A pesquisa foi feita com 23.557 mulheres que estavam tentando uma FIV pela primeira vez e não tinham filhos, no período de janeiro de 2007 a dezembro de 2012. Portanto, concluiu-se que, embora essas patologias tenham um efeito negativo na fertilidade e nos tratamentos de reprodução assistida, com o uso adequado de medicações modernas é possível amenizar e reverter esses efeitos. Terapias alternativas, como a psicoterapia e outras opções, como a acupuntura, o pilates e a atividade física regular, serão, sempre, muito bem-vindas como tratamento auxiliar.

Segundo a médica especialista em medicina reprodutiva Lilian Serio, diretora da Clínica Fertibaby Ceará, “diagnosticar e ter a consciência de que a depressão é uma doença grave e que precisa de tratamento é fundamental pra melhorar as chances de gravidez natural ou após tratamentos de infertilidade”.

Por Sempre Bem

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