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Mitos sobre a gravidez
Bem-Estar

Mitos sobre a gravidez

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Por Sempre Bem

Quando se fala de gravidez, logo aparecem aquelas crenças populares. No último programa, desvendamos alguns mitos e verdades sobre esse assunto, mas como as dúvidas nunca acabam, separamos mais algumas para as gravidinhas de plantão.

Barriga redonda indica menina e pontuda, menino.
Mito.
A forma da barriga NÃO tem relação com o sexo do bebê. A barriga se desenvolve dependendo da conformação física da mamãe.

Se a grávida tem muita azia, é porque o bebê vai ser cabeludo.
Mito.
O que vai definir se seu filho vai ser ou não cabeludo não é a azia e, sim, a genética. A azia aparece porque o útero pressiona o estômago, causando um refluxo do ácido do estômago.

Ficar em jejum para diminuir o enjôo.
Mito.
Pelo contrário, a mulher deve comer mais vezes e em menos quantidade se quiser diminuir a sensação de enjôo.

O sexo pode machucar o bebê.
Mito.
O sexo só será proibido se o médico encontrar alguma alteração com a gestação (como deslocamento de placenta e pressão alta). Se não houver problema algum com a gestante e o bebê, o sexo está mais do que liberado. Não machuca o bebê, já que está envolvido pela placenta. E além de aumentar o fluxo sanguíneo na área da bacia, aumentando a oxigenação fetal, as endorfinas produzidas no orgasmo trazem a sensação de bem-estar ao bebê.

Mulher grávida tem que comer por dois.
Mito.
De forma alguma. Se a grávida comer por dois pode acabar engordando mais que o necessário. Os especialistas lembram que gestante gorda aumenta o risco de parto prematuro, óbito da criança, dificuldade no trabalho de parto, diabetes na gravidez, hipertensão e distúrbio na tireóide, além de contribuir para o aumento de peso do feto, que pode nascer obeso. Ao longo do dia, devem ser feitas de seis a sete refeições balanceadas e bem distribuídas. É importante que a gestante consuma proteína e carboidrato, pois essas são as principais fontes da energia que passam da mãe para o feto. Mas sem exageros!

Grávidas sentem mais calor.
Verdade.
Devido à aceleração do metabolismo por conta da gestação, as grávidas tendem a suar mais e a sentir mais calor. Se a grávida cruza as pernas, pode criar voltas no cordão umbilical e enforcar o bebê. Mito. Durante todo o período da gestação, o bebê se enrola no cordão umbilical. Os movimentos da mãe não interferem nesse deslocamento e muito menos colocam o feto em risco. São raros os casos dos bebês que se enforcam com o cordão umbilical, e isso acontece apenas se o cordão for menor que o normal.

Durante a amamentação, não há risco de engravidar.
Mito.
Geralmente esse efeito acontece apenas nos três primeiros meses após o parto e se a alimentação do bebê for por amamentação exclusiva, mesmo assim, não há garantias de que a mulher não engravide um mês após o parto. O mais recomendado é que a gestante converse com seu obstetra para associar algum anticoncepcional.

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